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Um tipo levou a namorada para uma praia deserta. Desaperta-lhe o top do biquini e ela começa a refilar porque ali não dava jeito, que havia muita areia, que ainda se arranhavam e ia entrar areia por todo o lado, etc… O rapaz disse então:
– Calma! Não há nada que não se resolva!!!
E foi ao carro buscar uma grande toalha da SUPER – BOCK, que estendeu. A namorada deitou-se em cima da toalha. Ao puxar-lhe a cueca do biquini, uma rajada de vento levantou a ponta da toalha e ela reage novamente, dizendo que se iam encher de areia, que a toalha voava, que se arranhavam, etc… E ele:
– Calma! Tudo se resolve.
Foi ao carro e trouxe 4 latas de SUPER – BOCK, colocando uma em cada canto da toalha, para esta não esvoaçar. Como ela estava sempre a implicar com tudo, teve a ideia de trazer também uma venda do carro e para lhe pôr á volta dos olhos. Continuaram…
Já a rapariga estava nua, quando perguntou:
– Trouxeste preservativo? E o namorado:
– Aqui não tenho, vou buscar ao carro.
Enquanto foi ao carro, passou um gajo que andava a fazer ‘jogging’. Ao deparar com a tipa nua e vendada, deitada na toalha, primeiro aproxima-se, começa a mexer e, como ela não se nega, não hesita e aqui vai disto, salta-lhe para cima!!!
Após ter «comido» a menina, afasta-se e diz:
– Fo**-se! Com uma campanha destas, agora é que eles rebentam mesmo com os gajos da SAGRES…
Ja nao sou virgem!!!

Já não sou virgem...
A família jantava tranquilamente quando, de repente, a filha de 12anos comenta:
-Tenho uma má notícia. Já não sou virgem! Sou uma vaca! E começa a chorar convulsivamente, com as mãos no rosto.
Silêncio sepulcral na mesa! De repente, começam as acusações mútuas:
-Estava-se mesmo a ver! - diz o marido à mulher. É por te vestires como uma puta barata e arregalares o olho ao primeiro imbecil que vês na rua. Claro que isto tinha que acontecer, com o exemplo de mãe que a menina vê todos os dias!
Vai daí o pai aponta também para a outra filha, de 25 anos
- E tu também, que ficas no sofá a lamber aquele palhaço do teu namorado que tem é pinta de chulo, na frente da menina?
A mãe não aguenta mais e grita: - Ai é?!...E quem é o idiota que gasta metade do ordenado com putas e se despede delas à porta de casa? Ou pensas que eu e as meninas somos cegas? E, ainda por cima, que belo exemplo dás desde que assinas esta maldita TV cabo, passas todos os fins-de-semana a ver pornografia de quinta categoria e depois acabas na casa de banho com gemidos e grunhidos?
Desconsolada e à beira de um colapso, com os olhos cheios de lágrimas e a voz trémula, a mãe pega na mão da filhinha e pergunta-lhe baixinho:
- E como é que isso aconteceu, minha filha?
Entre soluços, a menina responde:
- A professora tirou-me do Presépio! A Virgem agora é a Luísa. Eu vou ser a vaca!!!!
Até sempre meu grande amigo Pedro
Era uma vez um homem pobre mas muito corajoso que se chamava Ali. Trabalhava para Ammar, um velho e rico comerciante.
Certa noite de inverno, disse Ammar: “Ninguém pode passar uma noite assim no alto da montanha, sem cobertor e sem comida. Mas tu precisas de dinheiro, e se conseguires fazer isso, receberás uma grande recompensa. Se não conseguires, trabalharás de graça para mim, por trinta dias”.
Ali respondeu: “Amanhã cumprirei esta prova”.
Mas ao sair da loja, viu que realmente soprava um vento gelado, ficou com medo, e resolveu perguntar ao seu melhor amigo, Aydi, se não era uma loucura fazer esta aposta.
Depois de refletir um pouco, Aydi respondeu: “Vou te ajudar. Amanhã, quando estiveres no alto da montanha, olhe adiante. Eu estarei também no alto da montanha vizinha, passarei a noite inteira com uma fogueira acesa para ti. Olha para o fogo, pensa na nossa amizade, e isso te manterá aquecido. Tu vais conseguir, e depois eu logo te peço algo em troca.”
Ali venceu a prova, pegou no dinheiro, e foi a casa do amigo: “Tu disseste que querias um pagamento.”
Aydi respondeu: ”Sim, mas não é em dinheiro. Promete-me que, se em algum momento o vento frio passar pela minha vida, tu acendes-me uma fogueira com o fogo da amizade.”
A tua fogueira estará para sempre acesa Pedro, no meu coracão.
Até sempre!
To Whom It May Concern
Did I ever tell you how you live in me
Every waking moment, even in my dreams
And if all this talk is crazy
And you don't know what I mean
Does it really matter
Just as long as I believe
I will love again
Though my heart is breaking,
I will love again
Stronger than before
I will love again
Even if it takes a lifetime to get over you
Heaven only knows,
I will love again
People never tell you
The way they truly feel
I would die for you gladly
If I knew it was for real
So if all this talk sounds crazy
And the words don't come out right
Does it really matter
If it gets me through this night
I will love again
Though my heart is breaking,
I will love again
Stronger than before
I will love again
Even if it takes a lifetime to get over you
Heaven only knows,
I will love again
If I'm true to myself,
nobody else can take the place of you
But I've got to move on,
tell me what else can I do
I will love again
Though my heart is breaking,
I will love again
Stronger than before
I will love again
Even if it takes a lifetime to get over you
Heaven only knows,
I will love again
I will love again
One day I know,
I will love again
You can't stop me from loving again,
Breathing again
Feeling again
I know, one day,
I'll love again
Amigos

"Escolho os meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila. Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante. A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos. Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo. Deles não quero resposta, quero o meu avesso. Que me tragam dúvidas e angústias e aguentem o que há de pior em mim. Para isso, só sendo louco. Quero-os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças. Escolho os meus amigos pela cara lavada e pela alma exposta. Não quero só o ombro ou o colo, quero também a sua maior alegria. Amigo que não ri junto não sabe sofrer junto. Os meus amigos são todos assim: metade loucura, metade seriedade. Não quero risos previsíveis nem choros piedosos. Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade a sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça. Não quero amigos adultos nem chatos. Quero-os metade infância e outra metade velhice. Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto e velhos, para que nunca tenham pressa. Tenho amigos para saber quem eu sou. Pois os vendo loucos e santos, doidos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que "normalidade" é uma ilusão imbecil e estéril.''
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